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Óleo Vegetal de Castanha do Pará 30 ml

Óleo vegetal 100% puro da planta Bertholletia excelsa seed
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Descrição
O óleo vegetal de Castanha do Pará é um produto natural, 100% puro e sem conservantes. Produto Vegano - livre de testes em animais e ingredientes de origem animal. Não possui em sua composição: Parabenos, Sulfatos, Corantes, Silicone ou Essências artificiais. Embalagem: Vidro âmbar contendo 30 ml de óleo vegetal. Tipo de Extração: O Óleo Vegetal de Castanha do Pará é extraído das flores da Bertholletia excelsa seed por prensagem a frio. Sinônimos: Castanheira, castanha do Brasil, castanha do Pará (Bra), Brazil nut (Ingl), Noix du Brésil, Noix de Pará, Chatãigne du Brésil (Fran), Nuez del Brasil (Esp), Para nuss (Ale), Noce del Brasilie (Ital), etc. História da Planta: A Castanha do Pará é uma das mais importantes árvores amazônicas conhecida, apresenta papel fundamental na organização sócio - econômica de grandes áreas extrativistas da floresta. A amêndoa, extraída do fruto, tem grande utilidade e alto valor econômico. A castanha é originária da região amazônica. No Brasil ocorre nos estados do Acre, Amazonas, Pará, Roraima e Rondônia e em boa parte do Maranhão, Tocantins e Mato Grosso. As flores branco-amareladas florescem de novembro a fevereiro e o fruto amadurece de novembro a fevereiro. O fruto da Castanha se chama ouriço que contém de 15 a 24 sementes que são as Amêndoas da castanha. O óleo de castanha do Brasil é delicioso quando usado em receitas culinárias, bem como em saladas e refogados. A castanha é muito apreciada como aperitivo, depois de desidratada e também entra na composição de biscoitos, farinha, paçoca, além do óleo. O óleo de castanha do Pará substitui com vantagens o Azeite de Oliva por seu sabor agradável. Apresenta também uma excelente composição de ácidos graxos essenciais e substancial teor de proteínas, lipídios e vitaminas que o torna excelente fonte nutricional. A castanha do Pará está intimamente ligada à cultura das populações tradicionais da Amazônia – seus produtos e subprodutos são utilizados há várias gerações como fonte de alimentação e renda, apresenta grande importância econômica para região, pois o extrativismo propõe condições melhores de sobrevivência além de ajudar a preservar a floresta. Atualmente é abundante apenas no norte da Bolívia e no Suriname. Incluída na Lista Vermelha da IUCN como vulnerável, o desmatamento é a ameaça a sua populações – nas margens do Tocantins foi derrubada para a construção de estradas e de uma barragem, no sul do Pará por assentamentos de sem-terra, no Acre e no Pará a criação de gado provoca sua morte, e a caça das cotias que são os dispersores de suas sementes ameaça a formação de novos indivíduos. Apesar do seu nome em inglês, Brazil Nut, o maior exportadrs de Castanha do Pará não é o Brasil e sim a Bolívia, onde são chamadas de almendras. Isto se deve a drástica diminuição da espécie no Brasil, devida ao desmatamento. O nome em português se refere ao estado do Pará, porém os acreanos se referem a elas como castanhas do Acre. Alguns nomes indígenas são Juvia na região do Orinoco e sapucaia em outras regiões do Brasil. Aspectos Botânicos: A castanha do Pará ou castanha do Brasil é a semente da castanheira do Pará - é uma arvore da família botânica Lecythidaceae, nativa emergente da Floresta Amazônica. É um fruto com alto teor calórico e proteico, além disso, contém o elemento selênio que combate os radicais livres e muitos estudos o recomendam para a prevenção do câncer (cancro). É a única espécie do gênero Bertholletia – Nativa das Guianas, Venezuela, Brasil (Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará e Rondônia), leste da Colômbia, leste do Peru e leste da Bolívia, ela ocorre em arvores espalhadas pelas grandes florestas as margens do Rio Amazonas, Rio Negro, Rio Orinoco, Rio Araguaia e Rio Tocantins. O gênero foi batizado em homenagem ao químico francês Claude Louis Berthollet. Embora seja classificada pelos cozinheiros como uma castanha, os botânicos consideram a castanha do Pará como uma semente, e não uma castanha, já que nas castanhas e nozes a casca se divide em duas metades, com a carne separando-se da casca. A castanheira do Pará; é uma grande árvore, chegando a 30-50 metros de altura e 1-2 metros de diâmetro no tronco; está entre as maiores árvores da Amazônia. Pode viver mais de 500 anos, e de acordo com algumas autoridades frequentemente chega a viver 1.000 anos. Seu tronco é reto e permanece sem galhos por mais da metade do comprimento da árvore, com uma grande coroa emergindo sobre a folhagem das árvores vizinhas. Sua casca é acinzentada e suave. A árvore é caducifólia, suas folhas, que medem de 20 a 35 centímetros de comprimento e 10 a 15 centímetros de largura, caem na estação seca. Suas flores são pequenas, de uma coloração verde-esbranquiçada, em panículas de 5 a 10 centímetros de comprimento; cada flor tem um cálice caducifólio dividido em duas partes, com seis pétalas desiguais e diversos estames reunidos numa massa ampla em forma de capuz. Principais Compostos: Ácido alfa-linoléico, ácido linoléico, ácido oléico, ácido palmítico, ácido esteárico, antimônio, cálcio, cério, esteróis, proteínas, selênio, vitamina B – apresentando 18% de proteína, 13% de carboidratos e 69% de gordura (25% gorduras saturadas, 41% de monoinsaturadas e 34% de poliinsaturadas, etc. Os óleos vegetais são substâncias naturais extraídas de plantas de diversas partes do mundo. Desta forma, podem existir variações em seus aromas e compostos. Modo de uso dos óleos vegetais: Ideal para utilizar como veículo de diluição dos óleos essenciais ou puro. Dosagem Aproximada Massagem Corporal: 30 mls por uso Massagem Facial: 5 mls por uso Massagem Capilar: 5 mls por uso A By Samia não se responsabiliza pelo uso indevido dos produtos aqui vendidos.
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